O que NÃO mostramos — e por quê

A API pública do YouTube não expõe tudo. Em vez de inventar números para parecer mais completo, o RivalIndex declara abertamente cada limitação. Transparência é um diferencial de confiança — e a única postura honesta com dados públicos.

RPM, CPM e receita real
Por que não mostramos: São dados privados do dono do canal. Qualquer número que mostrássemos seria invenção — a YouTube Analytics API exige autorização OAuth do canal.
Retenção, CTR, impressões, origem de tráfego e demografia
Por que não mostramos: Exigem autorização do dono do canal (YouTube Analytics API). A Data API pública não expõe essas métricas — nem de canais próprios, nem de concorrentes.
Volume real de busca e autocomplete
Por que não mostramos: Não existem em nenhum endpoint da API de dados do YouTube. O RivalIndex usa demanda relativa: comparamos quantos vídeos e canais cada termo retorna, o que indica interesse proporcional entre os termos da sua análise — sempre declarado como estimativa.
Views orgânicas ou pagas
Por que não mostramos: São indistinguíveis de fora da conta do canal. A API pública reporta o total de views, sem separar tráfego pago de orgânico.
Se a audiência compra
Por que não mostramos: Não há proxy público confiável para intenção de compra. Dados de conversão e vendas são privados do criador e da plataforma de e-commerce.
Previsão de saturação futura
Por que não mostramos: O RivalIndex mostra sinais atuais — como o Índice de Abertura do nicho (KPI-42), concentração (HHI/C4) e taxa de entrada de canais — mas nunca projeta o futuro. Saturação depende de fatores que a API não revela.

O que exibimos como estimativa é sempre rotulado

  • TAM/SAM/SOM são “piso observado” — o valor mínimo que conseguimos medir com a amostra coletada, não o mercado total.
  • Demanda de palavra-chave é relativa entre os termos da sua análise — comparamos oferta de vídeos, não volume absoluto de buscas.
  • Inscritos derivados levam “≈” porque o YouTube arredonda contagens acima de 1.000.
  • Métricas [PROXY] são identificadas com o selo de origem e a fórmula de cálculo no tooltip. Nenhuma estimativa é apresentada como medição direta.

Premissas e limitações metodológicas

  1. Amostra ≠ censo. O teto de paginação do search.list (~500 resultados) limita a cobertura. Todos os totais são pisos observados, não o universo completo.
  2. Inscritos arredondados e ocultáveis. O YouTube arredonda subscriberCount para 3 algarismos significativos e permite ocultá-lo. Toda métrica derivada de inscritos leva “≈”. Canais com inscritos ocultos são excluídos desses cálculos.
  3. Views ≠ pessoas ≠ receita. Uma pessoa gera múltiplas views. Views acumuladas do canal misturam histórico — usamos janelas de vídeos recentes.
  4. Idioma e formato são heurísticas. defaultAudioLanguage é campo opcional preenchido pelo dono do canal. O limite de Shorts (≤ 180 s) é convenção nossa — a API não marca “isto é um Short”.
  5. O ranking do search.list é algorítmico e não documentado. A composição da amostra depende dele — por isso usamos múltiplas keywords e deduplicação de canais.
  6. Vídeos apagados/privados somem da origem. Os snapshots locais preservam o que foi medido — por isso são imutáveis (ON CONFLICT DO NOTHING).
  7. Dislikes indisponíveis desde dez/2021. Nosso cálculo de engajamento usa apenas likes e comentários — não captura reações negativas.
  8. Comparações entre nichos exigem mesma janela. O produto bloqueia comparação entre nichos com datas de coleta a mais de 30 dias de distância.
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